O que nasceu como um projeto audacioso hoje é uma realidade que coloca Mato Grosso do Sul na vitrine global. O Bioparque Pantanal completou quatro anos de operação neste sábado (28), acumulando marcas impressionantes: não é "apenas" o maior aquário de água doce do planeta, mas um centro de excelência que une turismo, ciência e educação ambiental.
A diretora-geral, Maria Fernanda Balestieri, define bem a trajetória: "Chegamos aos quatro anos como agentes de transformação, conectando pessoas à ciência e à conservação".
Selo Ouro em Sustentabilidade: Certificado pela Green Destinations, o complexo é referência em gestão de recursos, acessibilidade e governança.
Laboratório Vivo: Já alcançou a reprodução de mais de 100 espécies, incluindo o raro cascudo-viola, mantendo o maior banco genético de água doce do mundo.
Educação na Prática: Mais de 130 mil estudantes já passaram pelos tanques, aprendendo que preservar o Pantanal é uma missão coletiva.
Voz Global: O espaço foi palco de discussões da COP15 e, em maio deste ano, sediará o prestigiado Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB).
A recepção não poderia ser melhor. Com nota máxima nas avaliações do Google, o Bioparque encanta desde os moradores locais, como a corumbaense Inês Gonçalves — que destaca o orgulho de ver o estado projetado para fora —, até turistas estrangeiros. "É uma experiência educativa com padrão internacional", afirmou o alemão Gunter Schneider em visita recente.