Mato Grosso do Sul dá um passo decisivo para garantir que o crescimento econômico venha acompanhado de saúde e infraestrutura. O Governo do Estado e a Sanesul lançam, nesta sexta-feira (15), um pacote de R$ 176 milhões destinado à modernização dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
A solenidade acontece na sede da Sanesul, em Campo Grande, com a presença do governador Eduardo Riedel e prefeitos das regiões beneficiadas.
Ao todo, 16 municípios receberão melhorias que incluem desde a construção de novos reservatórios até a modernização de sistemas operacionais para evitar a falta de água. Confira os destaques por volume de recursos:
| Cidade | Investimento | Foco da Obra |
|---|---|---|
| Ribas do Rio Pardo | R$ 42 milhões | Água (R$ 13,8 mi) e Esgoto (R$ 28,2 mi)
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| Corumbá | R$ 25,6 milhões | Ampliação do abastecimento de água
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| Inocência | R$ 13,1 milhões | Reforço no sistema de água
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| Ponta Porã/Sanga Puitã | R$ 12,3 milhões | Fortalecimento do sistema hídrico
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| Naviraí | R$ 12,3 milhões | Segurança no abastecimento
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| Chapadão do Sul | R$ 11,3 milhões | Melhorias operacionais
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Outras cidades contempladas: Aral Moreira, Bataguassu, Bodoquena, Dois Irmãos do Buriti, Dourados, Miranda, Pedro Gomes, Santa Rita do Pardo, Sonora e Terenos.
Embora Mato Grosso do Sul já tenha alcançado a universalização da água nos 68 municípios atendidos pela Sanesul, o crescimento acelerado de cidades como Ribas do Rio Pardo e Inocência exige que a estrutura seja reforçada constantemente.
"Estamos avançando com investimentos estruturantes que garantem maior confiabilidade no abastecimento, acompanhando o desenvolvimento dos municípios", afirma Renato Marcílio, diretor-presidente da Sanesul.
Os recursos são fruto de parcerias estratégicas, incluindo:
Programa Avançar Cidades e Novo PAC.
Financiamento pela Caixa Econômica Federal.
Contrapartidas do Governo do Estado.
As obras visam aumentar a capacidade de reserva de água, modernizar estruturas antigas e garantir que o avanço urbano e industrial do estado não seja freado por falta de infraestrutura básica.